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A discussão sobre inteligência artificial no mainframe costuma começar no lugar errado. Fala-se em geração de código, tradução automática e copilotos. Tudo isso importa, mas não resolve o problema central: ninguém consegue entender completamente o que já está rodando.

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Entre os dias 24 e 26 de agosto, a equipe da Eccox esteve presente no FEBRABAN TECH 2026, acompanhando de perto as discussões, tendências e experiências que marcaram mais uma edição do maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro.

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O mercado trata a escassez de profissionais de mainframe como um problema inevitável. Uma consequência natural de uma tecnologia “antiga”, difícil de aprender e distante das novas gerações. Essa leitura é confortável e, na maioria dos casos, está errada.

O problema não é a falta de interesse. É a experiência.


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A modernização de mainframe raramente falha por falta de tecnologia, mas por excesso de suposição. Em ambientes de missão crítica, não basta validar se algo funciona, é preciso garantir que vai continuar funcionando sob carga real, com dados reais e dependências reais.

É nesse ponto que a diferença entre testes emulados e testes reais deixa de ser técnica e passa a ser uma decisão direta sobre risco operacional.


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No dia 2 de setembro, a Eccox, em parceria com a 21CS, realizará o webinar “O Mainframe Ganha uma Nova Inteligência: Conheça o OPTIMAn para IBM Z”, dedicado à apresentação do OPTIMAn, plataforma de inteligência para IBM Z desenvolvida pela 21CS.

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No dia 10 de agosto, a Eccox reuniu seus colaboradores para uma tarde dedicada àquilo que está no centro da sua trajetória: as pessoas, a cultura e as relações que ajudam a construir a empresa todos os dias.

Realizado no Grupo Acelerador – Sala São Paulo, em Alphaville, o Cultura Eccoxer foi criado para proporcionar um momento de encontro entre os colaboradores, fortalecer vínculos e celebrar a história construída ao longo dos anos.


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Quem o conhece costuma associá-lo imediatamente ao mainframe, ao COBOL, aos produtos da Eccox ou às discussões técnicas que atravessam décadas de evolução da computação corporativa. 


A característica que melhor o define, no entanto, é outra. Ronaldo nunca deixou de ser um aprendiz.


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A modernização de mainframe costuma ser vista como um projeto de longo prazo, com retorno diluído e risco elevado. Para CFOs e CTOs, isso criou uma percepção recorrente: modernizar é necessário, mas o impacto financeiro demora a aparecer.

O problema é que essa leitura parte do lugar errado. O maior custo não está na transformação em si, mas no que sustenta o ciclo de desenvolvimento hoje.

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A maior parte das pessoas nunca vai pensar sobre o que acontece entre um Pix enviado e um Pix recebido e esse é justamente o ponto. Existem tecnologias criadas para aparecer e outras cuja missão é impedir que o mundo pare.

O mainframe sempre pertenceu ao segundo grupo. Ele não está no feed, não vira tendência, não entra em debates sobre “o futuro da tecnologia”. 


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Por anos,  a operação em mainframe foi organizada em torno de uma premissa simples: o dia processa, a noite consolida. A janela batch era o momento de fechamento, reconciliação e reorganização do sistema. Esse modelo funcionou, até o volume deixar de respeitar o relógio.

Hoje, com Pix, Open Finance e aplicações disponíveis 24 horas por dia, o processamento não desacelera. Ele continua crescendo enquanto a janela desaparece.


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